Bullet Journal

Buscar métodos para me organizar melhor sempre foi algo que me interessou. Em 2014, por exemplo, criei um caderno para anotar minhas atividades diárias, ideias para posts, receitas que achava pela internet e qualquer outra coisa que estivesse pela minha cabeça (muitos rabiscos sem sentido inclusos). E não vou negar: me senti bem mais produtiva.

Depois, com o fim da graduação, o ritmo do novo trabalho, acabei não renovando com um novo caderno. Fico triste em pensar que não me fez falta…Talvez eu não estivesse tão inspirada?Um pouco mais de 3 anos depois e cá estou eu, tentando voltar ao ritmo de antes e aumentar minha produtividade.

Bullet journals e planners começaram a ficar populares pelo Instagram e eu resolvi entrar na onda. Obviamente, a versão DIY me chamou muito mais a atenção.Transformar folhas em branco em uma agenda totalmente personalizada é simples e genial. Óbvio: pode se tornar caro e complexo também, vai do gosto de cada um.

As páginas com índices, calendários anuais e hábitos ainda não me conquistaram como as páginas semanais, mas com certeza vai ser só uma questão de tempo. Pro ‘agora’, resolvi criar um modelo simples e com materiais que eu já possuía ou que fossem baratos.

A BASE

Esse modelo de fichário em tamanho A5 foi comprado AQUI. O tempo de entrega não foi tão longo e era exatamente o que eu buscava: algo que pudesse ser reutilizado independente da época e do ano. Apenas é necessário repor as folhas conforme o uso.

AS FOLHAS

Sei que a maioria dos bullet journals por aí são com a folha pontada. Concordo que a aparência é mais limpa e é bem fácil de se deixar tudo organizado sem o uso da régua. Mesmo assim, preferi usar a folha quadriculada. As minhas são de um caderno brochura 1/4 de 96 folhas. Foi só 3 reais, é muito fácil de achar por aí e só precisei remover da capa, cortar as folhas ao meio e fazer os furos. Juro que a economia faz valer o esforço.

A MELHOR PARTE

Pra tornar essas folhas em branco em algo bem mais interessante, comprei alguns materiais novos: fitas washi (washi tape), post-its de cactos/suculentas e marmorizado (poderia ser mais previsível?) e algumas canetas em gel. A maioria dos marcadores e brush-pens eu já possuía desde a época que comecei com a caligrafia, então pude economizar por agora.

A SEGUNDA MELHOR PARTE

O mais divertido, depois dos materiais de papelaria (claro), é preencher tudo isso da maneira que eu quiser. Mas, obviamente, ainda tenho que criar o hábito de parar e botar a rotina no papel. Confesso que comecei o processo no domingo, dia 1° de abril, em um momento muito particular e que tornou tudo isso mais interessante: fim de tarde, clima gostoso e quente, e com a bossa nova do vizinho entrando em casa. Assim, quem sabe, pode ficar até bem mais fácil de me acostumar.

 

PARA SE INSPIRAR:

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@mydearbujo

 

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